Touro e M45


M45 – em Touro,
Aldebarran – em Touro,
Melotte 25 – em Touro.
(imagem: Touro, wikipedia.org)

Graça, 20h, céu parcialmente nebulado, lua em quarto crescente em Touro.

Objectos Observados:

As hyades (Melotte 25) são, na mitologia, as meias-irmãs das plêiadas, filhas de Atlas que choram pelo irmão Hyas. Assim, são as “que choram”, ou as “que chovem”. No centro está o olho do Touro, Aldebaran, uma estrela impressionante. Juntos formam uma mancha dispersa de estrelas que é bastante saliente e só não é mais impressionante por ter as sete irmãs como vizinhas. Em qualquer outra parte do céu destacaria-se facilmente.

As plêiadas são o objecto de céu profundo mais conhecido pela maioria dos mortais, contudo acho que nunca me tinha impressionado realmente antes de as ver por um telescópio. Em binóculos e tripé são um objecto fabuloso: compacto e recompensador como poucos. Num espaço reduzido, cerca de 3 graus de céu, está um conjunto perfeitamente identificável de quase uma dezena de estrelas, mas bastam alguns segundos de atenção para aparecerem cada vez mais pontos de luz, como um mágico tira coelhos do chapéu. Nesta noite contei 22 estrelas e identifiquei todas as nomeadas: Atlas e Pleione (os pais) e as filhas Alcyone, Asterope, Taygeta, Maia, Celaeno, Electra e Merope.

Equipamento:
Binóculos 10×50

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